Grupo estuda as conseqüências da globalização

A primeira dama, Ruth Cardoso, participa, a partir de hoje em Genebra, de um grupo de trabalho internacional para debater as conseqüências sociais da globalização. O grupo, formado pelo presidente da Finlâdia, Tarja Halonen, o ex-presidente uruguaio, Julio Maria Sanguinetti, o economista Joseph Stiglitz, e outras personalidades, terá a função de estudar formas de utilizar o processo de globalização para reduzir a pobreza e o desemprego no mundo, além de promover crescimento. "Para muitos, a globalização tem sido um instrumento para o progresso. Criou riqueza, expandiu oportunidades e abriu espaço para novos negócios. Mas para outros, a globalização aumentou as diferenças e insegurança. Esse segundo grupo de pessoas teme que os riscos sejam demasiados enquanto os benefícios são poucos", afirmou Juan Sommavia, diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sede do encontro. Entre as tarefas, o grupo terá que avaliar as conseqüências da globalização para trabalhadores, empresas, investidores e consumidores. O objetivo será formular, nos próximos meses, propostas concretas para lutar contra os principais problemas trazidos pela globalização da economia.

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