Governo tentará viabilizar reinvindicação dos governadores

O governador de Goiás, Marconi Perillo, disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros vão conversar com o relator da reforma tributária, deputado Virgílio Guimarães, e com líderes partidários para tentar viabilizar as propostas apresentadas pelo grupo de cinco governadores. Perillo considerou positivo o avanço em relação à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), em que o governo vai estudar mecanismos para a partilha da arrecadação, e ao fundo de compensação das exportações. Mas, salientou, não houve conclusão sobre nenhum desses dois pontos."Não diria que saimos satisfeitos ou insatisfeitos. Se não avançar no sentido de ter ganhos, ou seja, não ter perdas financeiras, é preferível deixar como está", disse. "Se os Estados não ganham com a repartição da Cide e nem com o fundo de compensação, os governadores vão ter que avaliar pois já estamos no limite de nossa governabilidade", completou. Para Perillo, o encontro foi importante porque o presidente Lula reconheceu o direito de os Estados serem contemplados com recursos das contribuições e de serem ressarcidos pelas perdas da chamada Lei Kandir. "Mas o governo ainda não tem uma definição de quanto ele poderá dispender para sustentar este fundo", disse.O governador do Amazonas, Eduardo Braga, considerou importante o fato de a discussão com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter deixado claro os fatores que envolvem a reforma tributária para os Estados, de forma a assegurar a governabilidade. "Cabe ao presidente agora a decisão política. Houve grande avanço em relação ao fundo e à Cide, mas o governo não bateu martelo", afirmou Braga. Ele deixou claro que a tarefa do governo agora é procurar fontes de recursos para atender as pendências dos Estados que não comprometam o ajuste fiscal.O governador do Amazonas, Eduardo Braga, considerou importante o fato de a discussão com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter deixado claro os fatores que envolvem a reforma tributária para os Estados, de forma a assegurar a governabilidade. "Cabe ao presidente agora a decisão política. Houve grande avanço em relação ao fundo e à Cide, mas o governo não bateu martelo", afirmou Braga. Ele deixou claro que a tarefa do governo agora é procurar fontes de recursos para atender as pendências dos Estados que não comprometam o ajuste fiscal.

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