Governo não prevê novas demissões ligadas à Operação Vampiro

O Ministério da Saúde informou hoje, em nota divulgada à imprensa, que não estão previstas, neste momento, novas demissões de servidores por conta da Operação Vampiro, mas admitiu que, dependendo das investigações policiais e das auditorias que estão sendo realizadas, "novas exonerações poderão ocorrer mesmo que em caráter preventivo". O Ministério informou também que o ex-diretor-executivo do Fundo Nacional de Saúde, Reginaldo Muniz Barreto, foi exonerado, em caráter preventivo, na segunda-feira passada. "A exoneração dele, assim como a de outras nove pessoas, ocorreu em função de ter trabalhado na Coordenação-Geral de Recursos Logísticos (CGRL)", afirmou a nota.O documento destacou ainda que Muniz Barreto antecedeu Luiz Claúdio Gomes da Silva no cargo de coordenador-geral, também acusado de integrar o grupo que fraudava a compra de hemoderivados no Ministério da Saúde. Até agora, 25 pessoas foram demitidas ou afastadas de suas funções por suspeita, segundo a nota divulgada hoje.

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