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Governo não negocia paridade de salários de servidores

O vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS) e o líder do PT na Câmara, Nelson Pellegrino, afirmaram hoje desconhecer qualquer negociação na reforma previdenciária que implique na aceitação da paridade dos salários dos servidores públicos com as aposentadorias, assim como a manutenção da aposentadoria integral. Albuquerque afirmou que todas as negociações só serão iniciadas depois de conhecido o relatório do deputado José Pimentel (PT-CE) sobre as emendas apresentadas ao texto enviado pelo governo ao Congresso. Albuquerque salientou que participou ontem à noite de uma reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, e que não tomou conhecimento de nenhuma articulação nesse sentido. O líder petista, por sua vez, afirmou que tem "simpatia" pela manutenção da integralidade das aposentadorias para quem tem toda a sua carreira no serviço público. "Mas reconheço que a paridade é complicada", disse. Ele admitiu, no entanto, que embora o governo pretenda preservar os chamados pontos centrais da reforma da Previdência, "quem vai para a mesa é para negociar". Beto Albuquerque e Pellegrino chegaram à residência do líder do governo na Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para um café da manhã com o ministro da Fazenda, Antônio Palocci.

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