Governo 'lutará' pela CPMF até 72 horas antes da votação

A afirmação é do líder do PSDB; em reunião, bancada decidiu deixar prazos correrem sem adotar manobras

CIDA FONTES, Agencia Estado

27 de novembro de 2007 | 12h38

A maioria dos senadores do PSDB definiu, em reunião desta terça-feira, 27, que a melhor estratégia para a votação da emenda que prorroga a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é deixar os prazos de tramitação correrem normalmente sem adotar manobras para apressar a votação.Mesmo avançando nos prazos, o governo está perdido", avaliou o líder do PSDB, Arthur Virgílio. Para ele, o governo vai agir para cooptar senadores, inclusive da oposição, até 72 horas antes da votação.   Virgílio disse que o melhor será acelerar a votação só quando a oposição constatar que realmente tem votos para ganhar. Segundo ele, pelos prazos atuais, o primeiro turno da emenda constitucional não será votado antes do dia 17 de dezembro. "Apenas o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) defendeu agilidade na tramitação por acreditar que a oposição poderia se beneficiar com a atual desarticulação da base aliada.

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