Governo diz ter preservado programas sociais

O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Guilherme Dias, disse que o governo preservou vários programas sociais do corte de R$ 5,8 bilhões nas despesas orçamentárias. Um conjunto de projetos sociais e de infra-estrutura do "Avança Brasil" e as atividades financiadas pelo Fundo da Pobreza, basicamente ampliação do bolsa-escola e de obras de saneamento, também não sofreram alteração em relação aos valores autorizados pelo Congresso. Mesmo assim, o Ministério da Saúde, que teve suas despesas ampliadas de R$ 17,7 bilhões para R$ 20,288 bilhões em decorrência da PEC da Saúde, perdeu R$ 920 milhões do total autorizado pelo Congresso. Entre os órgãos mais atingidos pelos cortes estão a Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano, cujos gastos caíram de R$ 1,397 bilhão para R$$ 211 milhões, o Ministério do Desenvolvimento Agrário - de R$ 1 bilhão para R$ 899 milhões. Com recursos oriundos da antecipação da cobrança da nova alíquota da CPMF, de 0,38% a partir de março, as receitas do Fundo da Pobreza, neste ano, foram ampliadas de R$ 2,3 bilhões para R$ 3,1 bilhões. Sem detalhar quais são os projetos prioritários do "Avança Brasil", o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Guilherme Dias, ressaltou eles terão liberados neste ano R$ 4,9 bilhões.

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