Wilson Pedrosa/AE
Wilson Pedrosa/AE

Governo Dilma mantém aprovação de 62%, aponta CNI/Ibope

Presidente também manteve a estabilidaede no índice de confiança da população, com 73%

Célia Froufe e Ricardo Brito, Agência Estado

14 de dezembro de 2012 | 11h16

Texto atualizado às 12h01

SÃO PAULO - O governo da presidente Dilma Rousseff manteve a aprovação de 62% dos brasileiros, segundo apontou a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira, 14. O número é o mesmo apresentado no último levantamento, realizado em setembro deste ano.

O levantamento também registrou estabilidade na confiança da população na presidente. O índice permaneceu em 73%, mesmo nível do levantamento anterior, de setembro. A não confiança também ficou estável, em 22% no período observado.

O índice de quem confia em Dilma, mais uma vez, só não é melhor do que a que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou no último ano do segundo mandato, quando ele alcançou 80% no indicador.

A pesquisa ainda apurou que a avaliação da população brasileira é de que a política de combate à inflação do governo de Dilma Rousseff piorou no último trimestre.

Segundo o levantamento, a aprovação de medidas de combate à inflação recuou de 50% em setembro para 45% este mês. Na mesma amostragem, caiu de 49% para 41% no período a aprovação sobre a direção que o governo deu para a taxa de juros.

Também sofreu deterioração a percepção dos brasileiros em relação às políticas do governo de combate ao desemprego. Em setembro, 57% dos entrevistados pela CNI/Ibope aprovavam as ações do governo. Em dezembro, o porcentual caiu para 56%. Já a desaprovação sobre a política de impostos do governo Dilma disparou no período de 57% para 65%.

A pesquisa foi feita em 142 municípios entre os dias 6 e 9 de dezembro, já depois do impacto do julgamento do mensalão e da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, que indiciou a ex-chefe de gabinete do governo em São Paulo Rosemary Noronha. Foram ouvidas 2.002 pessoas. O levantamento tem margem de erro de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.