Governo analisa agora detalhes de oferta, diz Jobim

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse hoje que continuam abertas as negociações com as três empresas que querem fabricar os 36 caças que serão comprados pelo Brasil. Mas ressalvou que os compromissos apresentados pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, serão agora analisados para que se verifique se irão mesmo se transformar em ofertas da própria Dassault, empresa privada fabricante do Rafale, considerado projeto preferencial pelo Brasil.

TÂNIA MONTEIRO, Agencia Estado

10 de setembro de 2009 | 20h08

"Lembrem-se que a Dassault é uma empresa privada, que tem participação acionária do governo francês", disse Jobim.

"Provavelmente amanhã, começam as conversações com a Dassault para verificar até onde eles vão naquelas propostas, afirmações, feitas pelo presidente Sarkozy. Eu creio que eles cumprirão, mas vamos ver o que vai acontecer", declarou Jobim, acrescentando que também a Boeing, fabricante do F-18, poderá apresentar novas complementações, assim a Saab, da Gripen.

"O processo continua, não se encerrou ainda", disse ele, que fez questão de dizer que "o importante é que há uma decisão política do presidente da República de ampliar a sua aliança estratégica com a França".

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