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Governo ainda negocia pontos da reforma

Governo e lideranças da base aliada estão ainda tentando acertar dois pontos do relatório do deputado José Pimentel (PT-CE) sobre a reforma da Previdência. Reunidos no gabinete do presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), o ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, os líderes do governo e do PT, Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Nelson Pellegrino (BA); o próprio João Paulo, José Pimentel e alguns deputados petistas ligados ao Palácio do Planalto negociam a paridade das aposentadorias com os salários dos servidores da ativa e a diminuição do teto garantido para as pensões futuras. Por isso está atrasada a leitura do relatório, no plenário da Câmara, que estava marcada originalmente para às 11h. O teto das pensões, incluído por Pimentel em seu relatório com o valor de R$ 2,4 mil, está sendo questionado pelos governadores, que querem limitá-lo a R$ 1.058. A manutenção da integralidade das pensões em R$ 2,4 mil, acrescentando-se a metade da diferença entre esse teto e o benefício pago ao aposentado, já era uma questão definida pelos líderes e pelo relator. O grupo reunido no gabinete de João Paulo está tentando uma saída. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sendo consultado por telefone pelo presidente da Câmara, durante a reunião.

Agencia Estado,

17 de julho de 2003 | 12h46

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