Governadores não abrem mão da taxação dos inativos, diz Rigotto

O governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PMDB), disse que a proposta de criação da cobrança de contribuição previdenciária dos inativos é o ponto mais polêmico e difícil de ser aprovado no texto da reforma constitucional da Previdência. Rigotto disse que os governadores não abrem mão dessa cobrança. "Quem vai votar (a reforma) são os deputados e senadores, não são os governadores, e não tem rolo compressor nenhum, mas vamos mostrar às nossas bases a importância dessa reforma para se garantir a seguridade nos Estados." O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), disse já ter conversado com 16 dos 17 deputados federais do seu Estado sobre a reforma previdenciária proposta pelo governo federal, especialmente o dispositivo que prevê a contribuição dos inativos. Perillo também afirmou que não haverá rolo compressor nas votações e que os deputados de Goiás entenderam a defesa que ele faz da proposta. "Hoje, os servidores da ativa recebem menos que os inativos, pois quem está trabalhando tem descontados 11% de seus vencimentos para a Previdência", comentou Perillo.Veja o índice de notícias sobre as reformas

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