Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Governadores fazem encontros preparatórios e audiências com ministros antes de reunião com Dilma

Chefes dos Executivos estaduais devem combinar o discurso que adotarão em conversa com a presidente nesta quinta-feira; reforma do ICMS, equilíbrio fiscal e garantia de empregos serão alguns dos assuntos proritários

Luci Ribeiro, O Estado de S. Paulo

30 de julho de 2015 | 11h17

BRASÍLIA - Antes da reunião com a presidente Dilma Rousseff marcada para as 16 horas desta quinta-feira, 30, os 27 governadores de Estados irão se reunir em encontros prévios para afinar o discurso entre eles. Alguns aproveitaram a visita a Brasília para conversar com ministros. Os governadores do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), estão reunidos agora com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Já o governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori (PMDB), marcou também para esta quinta-feira conversa com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

 

Além dessas agendas, estão previstos três encontros preparatórios entre os 27 governadores. O primeiro será às 11 horas, na Representação do Governo do Rio de Janeiro; o segundo, às 12 horas, no Hotel Golden Tulip; e o terceiro, às 14 horas, na Representação do Estado do Paraná. 

Nessas conversas preliminares, os governadores devem combinar o discurso que farão na reunião com a presidente. Temas como reforma do ICMS, medidas para buscar o equilíbrio fiscal e ações para garantir empregos devem constar da pauta dos governadores como assuntos prioritários. 

A expectativa do Palácio do Planalto é que a presidente Dilma Rousseff consiga, junto com os chefes dos Executivos estaduais, firmar um "pacto pela governabilidade". 

Alckmin. Ao chegar a Brasília nesta quinta-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), manifestou preocupação com o aumento do desemprego no País. Ele afirmou, também, ter boa expectativa em relação à reunião de mais tarde da presidente Dilma Rousseff com os governadores estaduais e sinalizou disposição com o pacto pela governabilidade.

"A colaboração federativa é importante e fazer um esforço para preservar o emprego. Porque a crise é grave", disse ao chegar para uma reunião com governadores no escritório de representação do Estado do Rio de Janeiro. Já o aguardavam lá os governadores Luiz Fernando Pezão e Fernando Pimentel.

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