Governadora não o queria na chapa

O empresário Paulo Affonso Giradi Feijó (DEM) está entre os vices que não suportam o papel decorativo da função. Em poucos meses de governo fez críticas à gestão da governadora Yeda Crusius (PSDB). Desde que tomaram posse no Rio Grande do Sul, em janeiro de 2007, ambos têm atritos. As primeiras divergências começaram quando ele procurou dar um toque administrativo ao governo. Deu entrevistas reclamando de que não era ouvido e protestou contra a ingerência do marido de Yeda, o economista Carlos Crusius. Empresário engajado em movimentos de combate ao aumento da carga tributária, ainda durante o período de transição Feijó disparou contra Yeda, reclamando de seu perfil centralizador e da qualificação da equipe econômica. Segundo relatos de políticos gaúchos, a tucana nunca o quis como vice em sua chapa. Foi obrigada a aceitar sua indicação por conta de acordo entre o PSDB e o DEM.

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