Governador do Mato Grosso do Sul anuncia corte do próprio salário

Segundo Reinaldo Azambuja, o ex-governador André Puccinelli (PMDB) aprovou leis que oneram a máquina pública estadual

Lucia Morel, Especial para O Estado

01 de janeiro de 2015 | 17h45

CAMPO GRANDE- O tucano Reinaldo Azambuja, em solenidade de posse ao governo de Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira, 1º, anunciou que vai cortar seu próprio salário pela metade. Para 2015, conforme aprovado pela Assembleia Legislativa, o salário será de R$ 32,4 mil. Assim, Azambuja deverá receber apenas R$ 16,2 mil ao mês.

"Para reduzir custos, decidimos enxugar as estruturas administrativas e, como medida exemplar, decidi cortar o meu salário pela metade. Seremos um governo que não teme ser fiscalizado", enfatizou durante seu discurso de posse.
 
A medida será adotada como forma de evitar gastos, já que, conforme o tucano, o ex-governador André Puccinelli (PMDB), no fim de seu mandato, aprovou leis que oneram a máquina pública, com implantação dos planos de cargos e carreiras dos servidores e aumento no duodécimo dos Poderes.

O novo governador sustentou ainda que vai implantar mutirões de saúde em todo Estado "para acabar com as filas vergonhosas dos pacientes", reiterando que a saúde é prioridade e também um dos maiores desafios de seu governo.

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