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Goldman reclama da falta de recursos da União

O ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), fez no início da tarde um discurso de despedida do cargo, transmitido hoje para Geraldo Alckmin, e ressaltou que entrega o Estado com todas as suas dívidas pagas e com dinheiro em caixa. Goldman reclamou da falta de recursos da União transferidos ao Estado por meio do Orçamento Geral, embora tenha ressaltado que não faltaram recursos por meio de financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

ANNE WARTH, Agência Estado

01 de janeiro de 2011 | 13h33

"O nosso sucessor, Geraldo Alckmin, recebe um Estado com todos os projetos em pleno andamento, todas as dívidas pagas e com dinheiro em caixa para cobrir os compromissos", afirmou Goldman, em seu discurso no Palácio dos Bandeirantes. "Em relação ao governo federal, é preciso dizer que nunca tivemos qualquer dificuldade em relação a financiamento do BNDES. Faltou sim, com algumas exceções, a participação da União através do Orçamento Geral da União".

Goldman discursou por 17 minutos, durante os quais fez um balanço de seus nove meses no cargo. Ele assumiu o governo no fim de março deste ano, quando o então governador José Serra renunciou para concorrer à Presidência da República. Goldman e sua mulher, Deuzeni, receberam Alckmin e sua esposa, Lu Alckmin, por volta das 11h30.

O evento conta com a presença de Serra, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do senador eleito por São Paulo Aloysio Nunes (PSDB), do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do presidente da Assembleia Legislativa, Barros Munhoz, do presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Antonio Carlos Viana Santos, e do cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer. Na cerimônia, estão presentes ainda a equipe de secretários estaduais de Alckmin e convidados. A banda da Polícia Militar executou o Hino Nacional, que foi cantado por Agnaldo Rayol.

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