Goldman diz que PSDB terá responsabilidade com o País em eventual governo Temer

São Paulo - O vice-presidente do PSDB e ex-governador de São Paulo Alberto Goldman disse nesta terça-feira, 29, que o desembarque do PMDB do governo Dilma Rousseff deverá acelerar o processo de saída da petista da Presidência da República, por meio do impeachment. E na sua avaliação, isso vai exigir de outros partidos, como o seu, responsabilidade com os rumos do País.

Elizabeth Lopes, O Estado de S.Paulo

29 de março de 2016 | 15h58

"Temos de ter obrigação com o País, não com o Temer (Michel Temer, vice-presidente e que poderá assumir o comando no País se o impeachment se concretizar) ou com o PMDB", disse Goldman, em entrevista ao Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado.

Na sua opinião, o País vive um dos seus piores cenários, com deterioração em todos os campos. "Nem as mais pessimistas previsões que fazíamos chegam perto do que vivemos hoje no País, isso é muito triste. A saída do PMDB já era um destino previsto e inexorável, desde meados do ano passado isso já estava claro e o quadro só veio degringolando."

Uma das preocupações do ex-governador é quanto ao cenário futuro do País. "Ainda não temos clareza do que virá no lugar, ainda mais porque as investigações (da Lava Jato) ainda estão em curso e muita coisa pode acontecer. Por isso é que os partidos interessados no bem maior devem se preocupar de maneira responsável com o País e a população, deixando outros interesses de lado." 

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