Goldman: 'Antes do voto, ninguém pode falar pelo povo'

O governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), insinuou hoje a pouca importância das pesquisas de intenção de voto, afirmando que é preciso esperar "o povo falar" por meio das urnas. "Vocês não diziam que no primeiro turno a Dilma (Rousseff, candidata do PT à Presidência) estava eleita? Todos os analistas políticos, todos os jornalistas só escreviam isso. Já estavam escolhendo o ministério antes que o povo votasse. Esperem o povo falar. Antes do voto, ninguém pode falar em nome do povo, a não ser o próprio eleitor", afirmou o governador em evento em Santos, litoral de São Paulo.

REJANE LIMA, Agência Estado

14 de outubro de 2010 | 15h17

De acordo com Goldman, a disputa presidencial neste segundo turno está equilibrada. "Nesse momento estamos disputando e achamos que temos imensas condições de ganhar essas eleições. Mas disputa é disputa, e nós respeitamos o voto do povo", afirmou.

Questionado a respeito da denúncia envolvendo o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, com suposto desvio de recursos doados para a campanha de José Serra (PSDB), Goldman afirmou que, mesmo estando em constante contato com o pessoal da campanha de Serra, nunca soube mais nada a respeito desde que o ex-diretor deixou o governo em abril deste ano.

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