André Dusek/Estadão
André Dusek/Estadão

Gleisi Hoffmann nega que PT autorizou alianças com PSDB e DEM

Anteriormente, assessoria do partido havia previsto chapas "pontuais" para as eleições municipais deste ano

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2020 | 09h13
Atualizado 08 de fevereiro de 2020 | 12h40

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, negou através de suas redes sociais na noite dessa sexta-feira, 7, que a sigla tenha autorizado alianças com PSDB e DEM para as eleições municipais deste ano. “Nossa decisão é contra alianças com PSDB, DEM e partidos da extrema direita”, escreveu a deputada federal.

Anteriormente, a assessoria do PT havia previsto alianças pontuais às siglas citadas acima. O objetivo, segundo dirigentes, seria sair do isolamento em que o partido se encontra desde o impeachment de Dilma, em 2016.

No plano aprovado e divulgado sexta-feira, a prioridade do partidos seriam parcerias com outras siglas de esquerda (PSB, PDT, PCdoB, PSOL e PCO), além de coligações “táticas” com opositores ao governo de Jair Bolsonaro e ao “lavajatismo”, incluindo o chamado Centrão, bloco formado por PL, PP, DEM, PRB e Solidariedade. Os únicos vetos previstos eram PSL, Novo, Aliança pelo Brasil e setores que tenham hostilizado os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o texto original, desmentido nesta madrugada por Gleisi, os adversários históricos, PSDB e DEM, não se encaixariam no espectro bolsonarista proibido pelo Partido dos Trabalhadores.

 

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