Gilmar Mendes diz que urnas estão prontas e eleição no Amazonas custará R$ 32,6 milhões

Presidente do TSE respondeu a questionamentos do ministro Ricardo Lewandowski, do STF, que decidirá se o pleite deve acontecer no domingo, 6, ou não

Pedro Venceslau, enviado especial a Manaus, O Estado de S.Paulo

03 Agosto 2017 | 17h30

MANAUS - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, respondeu nessa quinta feira, 3, aos questionamentos do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a eleição suplementar para o governo do Amazonas, que está marcada para domingo, 6.

No ofício, Mendes informa o colega que as urnas de todos os municípios do Estado "já estão lacradas e distribuídas em seus municípios sede". Ainda segundo o presidente do TSE, o processo eleitoral custará R$ 32,6 milhões entre o primeiro e segundo turno.

Em junho, Lewandowski acatou um pedido da defesa do vice governador cassado, Henrique Oliveira (SD) e suspendeu o pleito até o julgamento, pelo TSE, dos embargos de declaração. A decisão, porém, foi revertida pelo ministro Celso de Mello no plantão do recesso do judiciário.

A realização do pleito está agora nas mãos de Ricardo Lewandowski que, como relator, pode determinar a suspensão da eleição até que sejam julgados embargos no TSE. Segundo Gilmar Mendes, que estará domingo em Manaus, os embargos estão prontos para serem julgados no plenário do TSE.

Mendes tenta convencer Lewandowski que o adiamento do pleito causaria prejuízo financeiro e político. Pela manhã, o plenário do TSE autorizou o envio de militares das Forças Armadas para garantir a segurança de 23 municípios do Estado. Os candidatos ao governo do Amazonas participam hoje do último debate antes da eleição, da Rede Globo.

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