Genro de vítima de acidente da TAM pede ajuda a Marina

Durante visita a mais uma Casa de Marina em Pelotas, Rio Grande do Sul, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, foi surpreendida por um pedido. Parentes de Remy Victória Möller, vítima do acidente com o Airbus A320 da TAM, entregaram uma camiseta à presidenciável. O genro de Remy, Miguel Melo Vieira da Cunha, quer a finalização do processo judicial que apontará os responsáveis pela tragédia que matou 199 pessoas em 17 de julho de 2007 no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.

ANNA FERNANDES, Agência Estado

19 de setembro de 2010 | 18h05

A demora na conclusão deixa Vieira da Cunha apreensivo. "O Ministério Público, o governo federal e o (presidente) Lula resolveram encaminhar para a Polícia Federal (PF), e parece que o juiz federal está pensando em engavetar a ação. Não vamos ver ninguém ser responsabilizado pela tragédia. Viemos aqui pedir a Marina que aborde o assunto, até mesmo na campanha ou em debates", desabafou.

Questionada sobre a sustentabilidade na agropecuária gaúcha, Marina destacou que o Brasil não pode ser olhado como se fosse único. "Aqui no Rio Grande do Sul temos a cultura das pastagens naturais. É possível aumentar a produtividade de forma responsável com pesquisa e incentivos. Na Amazônia é mais grave. Lá o solo é muito fraco e a pastagem dura oito, dez anos. Milhares de hectares são desmatados para a pecuária. Por isso, precisamos dar assistência técnica e incentivos", disse.

A presidenciável participou ainda do 21º Congresso de Missões dos Gideões Missionários.

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