Genoino defende "desobediência devida" contra decreto

O presidente nacional do PT, José Genoino, defendeu o que chamou de "desobediência devida", caso entre em vigor decreto que proíba entrevistas de funcionários públicos à imprensa. "O servidor público, diante de questões que ele sinta que são irregulares, e que ferem à Constituição, não pode ser proibido de falar. Temos de discutir melhor esta questão. A posição do PT é muito clara. Temos de democratizar ao máximo a sociedade, e a relação do Estado com a sociedade", disse.A Controladoria Geral da União (CGU) apresentou proposta de decreto presidencial, segundo o qual apenas ministros assessores especiais e chefes de autarquias poderão dar entrevistas sobre investigações. O decreto ainda está em estudo pelo governo federal.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.