General nega operação para monitorar porto de PE

Chamado logo pela manhã ao Palácio da Alvorada para uma reunião com a presidente Dilma Rousseff, o general José Elito Carvalho, do Gabinete de Segurança Institucional, negou que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tenha montado operação para monitorar o movimento sindical no Porto de Suape.

JOÃO DOMINGOS E RAFAEL MORAES MOURA, Agência Estado

04 Abril 2013 | 19h25

"É mentirosa a afirmação de que o GSI/Abin tenha montado qualquer operação para monitorar o movimento sindical no Porto de Suape ou em qualquer outra instituição do País. O GSI lamenta ainda a utilização política do tema, questionando a quem interessa tal tipo de interpretação neste momento", disse o ministério comandado pelo general José Elito, em nota. O jornal O Estado de S. Paulo revelou nesta quinta-feira que agentes da Abin foram escalados para monitorar a movimentação sindical no Porto de Suape, em Pernambuco.

"Todo o trabalho do GSI e da Abin está amparado pelas leis 9.883, de 1999, que criou o Sistema Brasileiro de Inteligência e a Abin, como seu órgão central, e 10.683, de 2003, que estabelece ser do GSI a coordenação da inteligência federal. Sua atuação vem se pautando por uma ação institucional e padronizada, como ocorre em todos os sistemas democráticos", afirmou a nota.

O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), disse que é "impensável imaginar, pela característica da presidente Dilma Rousseff, pela sua história, e junto com tantos outros lutadores deste nosso País" (que tal espionagem esteja sendo feita).

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