Gastos da Copa devem ser transparentes, diz Ajufe

Os gastos da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 devem ser totalmente transparentes, defendeu hoje a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). De acordo com a entidade, a divulgação e a transparência dos gastos públicos são essenciais em uma sociedade democrática e em um regime republicano.

CAROLINA SPILLARI, Agência Estado

17 de junho de 2011 | 16h41

A Ajufe afirma que os atos administrativos devem ficar claros à população, conforme determina o artigo 37 da Constituição. "É um direito dos órgãos de controle estatais, organizações não governamentais e cidadãos terem acesso aos gastos com o dinheiro público nestes eventos esportivos", defende a instituição, em nota.

Os eventos esportivos de grande porte que colaboram para a melhora da imagem institucional do País devem primar pela transparência, diz a associação. "Para que isso ocorra em sua plenitude, entretanto, é fundamental a divulgação do orçamento e dos gastos para as obras da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos por parte do Estado", defende Gabriel Wedy, presidente da Ajufe.

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