Garotinho reclama de "terrível discriminação religiosa"

O governador do Rio, Anthony Garotinho (PSB), afirmou hoje que, apesar de estar "sofrendo uma terrível discriminação religiosa", a candidatura dele a presidente "vai continuar crescendo, pelo desejo de todos os brasileiros que querem mudanças".Ele referia-se ao resultado da pesquisa de intenção de votos para presidente realizada pelo Instituto Sensus, a pedido da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada hoje, que põe Garotinho empatado, tecnicamente, com o governador de Minas Gerais, Itamar Franco (PMDB), em segundo lugar, na frente do ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes.Garotinho disse também que a grande preocupação dele hoje é com a suposta crise financeira que, segundo ele, será criada nos Estados em função da queda de arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), provocada pelo racionamento de energia. "Acabamos de fechar as contas do mês e constatamos que a arrecadação do ICMS foi de R$ 52 milhões a menos que no mês passado", disse. "Convoquei uma reunião com as Secretarias da Fazenda e Controle Geral devido a essa nova realidade. Conversei hoje com dois governadores e eles disseram-me que estão nervosíssimos, apreensivos, pois a queda na arrecadação foi geral", disse o governador do Rio.

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