Garibaldi assume desistência e nega se sentir traído por Sarney

Atual presidente do Senado disse que espera ser lembrado para assumir algum cargo na próxima legislatura

Agência Brasil

21 de janeiro de 2009 | 13h40

O presidente do Senado, Garibaldi Alves  (PMDB-RN), já admitindo publicamente a desistência de concorrer à eleição para a presidência da Casa, disse que espera ser lembrado para assumir algum cargo na próxima legislatura. O parlamentar tem sido sondado para assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).  Veja Também: A sucessão dos presidentes do Senado    "Acredito que serei lembrado para assumir alguma função na próxima legislatura. Não terei essa importância toda (que tem um presidente), mas serei lembrado certamente." Garibaldi afirmou ainda que não se sente traído por José Sarney, candidato do PMDB, que decidiu entrar na disputa na segunda-feira e terá seu voto. A formalização de Sarney deve ocorrer na próxima quarta-feira, quando a bancada do partido se reúne para um almoço.  Mesmo assim, Garibaldi considera que foi exposto pela bancada. "Fiquei esses dias exposto, mas tenho de entender que essa exposição acabou sendo benéfica para o partido. Se eu não tivesse ficado como candidato por esses dias, Tião Viana (candidato pelo PT) teria avançado. Minha candidatura prestou um serviço.

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