Gabrielli defende política de patrocínios da Petrobras

A Petrobras transformou o lançamento de seu balanço social, hoje, em ato de defesa da política de patrocínios da companhia, um dos temas previstos na investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado. A palavra "transparência" foi a tônica dos discursos feitos por executivos da estatal. Para o presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli, a cobrança da imprensa sobre os patrocínios da empresa é "injusta".

NICOLA PAMPLONA, Agencia Estado

29 de junho de 2009 | 19h46

Em seu discurso, Gabrielli enumerou as razões da empresa para os investimentos na área de comunicação institucional, que teve um orçamento de R$ 907 milhões em 2009 e é responsável por patrocínios a projetos sociais, culturais, esportivos e ambientais da empresa. Dentre as atribuições está a decisão por patrocínios a festas juninas na Bahia, um dos temas do requerimento da CPI, criada no Senado no dia 15 de maio.

Para o presidente da Petrobras, "a imprensa está injustamente nos cobrando" a respeito da política de patrocínios, apontada por ele como um dos pilares de atuação da empresa. "É lógico que notícias vão aparecer, que denúncias infundadas ou não vão aparecer e estamos desde o início nos colocando à disposição para esclarecimentos", disse, em seu discurso, o gerente executivo de comunicação institucional, Wilson Santarosa.

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