Adriano Machado/Reuters
Adriano Machado/Reuters

Futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni será nomeado ministro extraordinário na transição

Deputado se licenciará da Câmara e o suplente da coligação, Washington Stecanela Cerqueira, assumirá o mandato

Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo

04 Novembro 2018 | 18h08

BRASÍLIA - O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) será nomeado nesta segunda-feira, 5, como ministro extraordinário e será oficialmente o responsável pela coordenação do processo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro. Braço direito do futuro mandatário, Lorenzoni será o ministro da Casa Civil do novo governo. A Coluna do Estadão antecipou a nomeação.

A nomeação será publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira. Lorenzoni se licenciará da Câmara dos Deputados e o suplente da coligação, Washington Stecanela Cerqueira, do PDT do Rio Grande do Sul, assumirá o mandato. Ele é ex-jogador de futebol e atualmente é dirigente do clube Itabaiana, de Sergipe. 

Mesmo licenciado da Câmara, Lorenzoni poderá manter o salário de deputado, que é de R$ 33.763, maior do que o de ministro  (R$ 30.934) e  dos demais cargos da transição, que  pode variar entre R$ 2,5 mil a R$ 16,5 mil. 

Na semana passada, Lorenzoni afirmou que Bolsonaro nomeará 22 pessoas das 50 possíveis para integrar a equipe de transição. Os nomes também serão publicados no Diário Oficial da União desta segunda-feira. O grupo trabalhará com os funcionários do presidente Michel Temer, designados para este período, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília. 

A área já foi organizada para a transição. Segundo a assessoria de comunicação do DEM, que está auxiliando na relação com os jornalistas, ainda não há uma definição sobre a entrada da imprensa no CCBB e a participação em entrevistas coletivas por envolver questões logísticas e de segurança.

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