Funcionário da Anistia não será preso, diz delegado

O delegado Marcos Ricardo Parra, responsável pelo inquérito que apurou as ameaças de bomba contra a Anistia Internacional e os organizadores da Parada Gay, disse hoje que o funcionário da Anistia José Eduardo Bernardes da Silva, de 40 anos, acusado das ameaças, não será preso quando se apresentar.Silva está na Espanha trabalhando na sede da Anistia e assim que chegar a São Paulo será ouvido e indiciado por ameaça de explosão de bomba.O policial explicou que não pretende pedir à Justiça a decretação da prisão preventiva de Silva. "Não vejo necessidade e o Ministério Público vai decidir," disse. Se condenado, o funcionário da Anistia poderá cumprir de 3 a 8 anos de reclusão.Silva prometeu a seu advogado, Alexandre Crepaldi, voltar ao Brasil nos próximos dias para se apresentar à polícia. Ele negou ter sido o responsável pelas ameaças e pela confecção das bombas.

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