Funasa nega que morte de xavante motivou criação de abrigo

Nova sede vai substituir a antiga Casai, onde se hospedou índia Jayia Xavante, de 16 anos, que morreu em junho

Agência Brasil

17 de setembro de 2008 | 17h55

A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) inaugurou nesta quinta0feira, 17,  uma unidade da Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai) no Distrito Federal. A nova sede vai substituir a antiga Casai, onde ficou hospedada a índia Jayia Xavante, de 16 anos, que morreu em junho deste ano, após ter órgãos internos perfurados.   Segundo a Funasa, as instalações anteriores foram desativadas. Em entrevista coletiva, o presidente da fundação, Danilo Bastos Forte, negou que a transferência dos índios para a nova unidade tenha relação com a morte da adolescente xavante.   O delegado da 2ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, Antonio José Romeiro, encarregado do caso, trabalha com a hipótese de que o crime tenha ocorrido dentro na antiga Casai, mas o inquérito ainda não foi concluído.   Na entrevista, o presidente da Funasa afirmou ainda que não houve nenhuma alteração no esquema de segurança da nova Casai.   "Nossas instalações aqui têm uma segurança muito maior, porque é um ambiente muito mais aberto, mais saudável, são acomodações mais modernas, mas eu não posso colocar uma câmera em cada cômodo. Não vou violar a intimidade de ninguém. A vigilância que a outra casa tinha aqui tem também, é a mesma coisa", disse Forte.

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