França quer vender ao Brasil navio de guerra

A França está trazendo ao Brasil o seu mais avançado navio de guerra. A fragata "Aquitaine", modelo que o grupo europeu de defesa naval DCNS quer vender à Marinha brasileira, chegou ao Rio de Janeiro nesta quarta-feira. A partir de 4 de março, serão feitos exercícios no mar em conjunto com a força naval do Brasil. A vinda da fragata é peça chave da proposta francesa no contexto do ProSuper, o milionário programa de navios de superfície que está sendo conduzido para modernizar a frota nacional.

HELOISA ARUTH STURM, Agência Estado

27 de fevereiro de 2013 | 19h10

Equipada com 40 mísseis, 3 canhões, 4 metralhadores, 19 torpedos e um helicóptero de combate, a embarcação de 142 metros e 6 mil toneladas opera com uma tripulação mais reduzida, de 140 pessoas. O navio saiu de sua base em Toulon (França) no início do mês e vai passar por Colômbia, Cuba, Estados Unidos e Canadá antes de chegar ao seu destino final, Reikjavik (Islândia), em 10 de maio.

"Um dos objetivos da missão é levantar as hipóteses do seu custo de manutenção. Não se trata de um protótipo. Ele foi considerado suficientemente maduro para ser integrado à frota operacional", disse Benoît Rouviere, comandante da fragata. A DCNS afirma ainda não ter o valor final de investimento para aquisição da fragata, mas o custo global para um frota com 11 navios no mercado europeu é estimado em torno de 7 bilhões de euros (R$ 18,1 bilhões).

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