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Força-tarefa vai tentar desarmar o Pontal

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou hoje que as Polícias Militar e Civil vão atuar na região do Pontal do Paranapanema para tentar coibir o uso de armas ilegais e de uso proibido por milícias formadas por parte dos fazendeiros da região ou, até mesmo de pessoas ligadas aos movimentos de sem-terra. "Determinei ontem aos secretários de Segurança Pública (Saulo de Castro) e da Justiça (Alexandre de Moraes) uma atuação conjunta das polícias, visando exatamente o desarmamento da região", comentou. Segundo Alckmin, essa é uma medida preventiva para evitar que as pessoas se armem e que haja conflito na região. A medida vai resultar no reforço do contingente das polícias na região do Pontal. "Isso, para verificar quem está se armando na região", disse. O governador confirmou que a Polícia Federal também já está atuando na região e a polícia estadual deve procurar agir em conjunto.A força-tarefa, que reúne as polícias Federal, Militar e Civil da região, vai tentar identificar e prender os integrantes da milícia de um fazendeiro do Pontal, mostrada pelo Estado.Sobre a proposta do líder dos sem-terra, no Pontal, José Rainha, de que seja feita uma ampla negociação envolvendo todos os níveis de governo, ruralistas e a Igreja para resolver o conflito na região, o governador disse que o Estado já conversa com ambos os lados - sem-terra e produtores rurais - da mesma forma. "O secretário de Justiça tem conversado com os sem-terra, produtores rurais e os prefeitos da região do Pontal e trata todos de forma equivalente", afirmou. Alckmin relembrou que o Estado está finalizando o projeto de regularização fundiária do Pontal do Paranapanema e que o documento deve ser enviado à Assembléia Legislativa, ainda este mês.

Agencia Estado,

04 de julho de 2003 | 17h37

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