Força Sindical ataca operação da Abin em Suape

A direção nacional da Força Sindical repudiou "com veemência" o monitoramento do movimento sindical no Porto de Suape pela Abin. Em nota assinada por seu presidente, o deputado Paulinho da Força, a entidade insistiu que não vai se calar "diante desta nefasta tentativa de utilizar órgãos de espionagem especializada, com viés autoritário, para controlar os movimentos sociais".

João Domingos, O Estado de S. Paulo

04 Abril 2013 | 20h48

Ainda segundo a nota, "é inadmissível que um governo oriundo de um Partido que tem como berço o movimento sindical faça uso de práticas conhecidas e utilizadas por órgãos de repressão, fruto de governos que perseguem e não aceitam que um dos pilares da democracia é o debate de ideais e o reconhecimento do contraditório".

Paralisação. Possível candidato à Presidência em 2014, Campos lidera o movimento de oposição à medida provisória dos portos. Reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo revelou que a operação foi coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), pasta que comanda a Abin, para verificar se estivadores do Estado poderiam irradiar paralisações em portos brasileiros, com eventual desgaste político para a presidente Dilma Rousseff.

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