Firmeza e estilo explicam aprovação de Dilma, avalia CNI

Pesquisa divulgada nesta terça mostrou que popularidade da presidente aumentou de 72% para 77%

Ricardo Brito e Andrea Jubé Vianna, da Agência Estado

04 de abril de 2012 | 12h19

BRASÍLIA - O gerente de Políticas Econômicas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, atribuiu à "firmeza" na condução de conflitos com ministros e a base aliada e a um "estilo próprio de governar" o crescimento na aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff. A pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira, 4, mostrou que a aprovação pessoal de Dilma cresceu de 72% para 77%.

Castelo Branco avalia que o "estilo Dilma de governar" descola-se do próprio governo, cuja avaliação manteve-se estável, com 56% de conceitos "ótimo" e "bom", enquanto sua avaliação pessoal cresceu. "A leitura é que ela transmite para a população uma personalidade própria, com característica diferente em relação ao seu antecessor".

Para o analista da CNI, o resultado da pesquisa reflete a "faxina" comandada pela presidente, na substituição de ministros que estavam em pastas alvos de denúncias da imprensa. Segundo ele, a "firmeza" demonstrada por Dilma na substituição de ministros passou aos entrevistados "maior controle sobre os problemas das pastas" e "mais presença na administração".

A pesquisa mostrou que o índice de aprovação pessoal da presidente subiu de 72% para 77% em relação a dezembro. A aprovação pessoal dela atingiu 82% na Região Nordeste. Também subiu na Região Sudeste, de 69% para 75%.

 

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