Marcos Vieira/O Estado de Minas
Marcos Vieira/O Estado de Minas

'Fez-se justiça plena', diz Adauto, absolvido no processo do mensalão

Ex-ministro dos Transportes disse que esteve sempre convicto de que seria inocentado

Renata Gomide, especial para o Estado

25 de outubro de 2012 | 12h28

UBERABA - Absolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) das acusações de lavagem de dinheiro e corrupção ativa, no processo do Mensalão, o ex-ministros dos Transportes e atual prefeito de Uberaba, Anderson Adauto (sem partido), disse nesta quinta-feira, 25, que esteve sempre convicto de que seria inocentado em um julgamento técnico.

 

Adauto, que ocupa a Prefeitura da cidade mineira desde 2005, comentou que durante os últimos sete anos seus adversários usaram e abusaram das denúncias da Ação Penal 470 para denegrir sua imagem política e atacá-lo pessoalmente. "Fez-se justiça plena na instância máxima do Poder Judiciário", disse o ex-ministro, ao ponderar que os magistrados do STF acataram a tese da defesa.

 

Quanto ao crime de corrupção ativa, Adauto foi absolvido por unanimidade. No caso de lavagem de dinheiro houve empate de votos - cinco pela condenação e outros cinco pela absolvição -, mas, o ex-ministro foi beneficiado pela decisão do presidente da Corte, o ministro Carlos Ayres Britto, que decidiu que as igualdades operariam em favor dos réus em projeção do princípio da não culpabilidade. 

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