Fernando Abrucio

Professor e pesquisador da Fundação Getulio Vargas (SP), coordena o Mestrado e Doutorado em Administração Pública e Governo

O Estado de S. Paulo

16 de março de 2015 | 23h52

As manifestações representam não somente a crítica ao Governo Dilma e ao PT, mas também um desencanto da sociedade, em particular da classe média (sobretudo a paulista) com o sistema político brasileiro. Trata-se de um movimento que teve seus primeiros passos em junho de 2013 e que ganhou uma dimensão de negação dos políticos que atinge o governo e até a oposição. 

Ficam duas perguntas: esta insatisfação vai se espalhar para outros setores sociais e regionais com a mesma força que teve em SP? E de que maneira a mobilização social vai criar uma agenda e meios para mudar a política? Afinal, só se modifica o sistema político influenciando seu centro de decisão.

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