Feliciano se diz 'livre' para continuar na Comissão de Direitos Humanos

BRASÍLIA - O pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) justificou sua declaração de que antes dele a Comissão de Direitos Humanos era dominada por satanás dizendo que falava em um ambiente espiritual. Ele disse nesta terça-feira, 2, se sentir "livre" para continuar o trabalho na comissão.

Eduardo Bresciani, O Estado de S. Paulo

02 Abril 2013 | 16h01

"Eu não disse nome de ninguém. Eu estava no culto, num ambiente espiritual. Eu falava sobre situações espirituais. Se vocês assistirem ao vídeo, minutos depois, eu falei que a comissão fez um seminário com apologia ao sexo para crianças de zero até seis anos. Isso para quem é espiritual não é coisa de Deus. E se não é coisa de Deus é do adversário. Satanás significa adversário. No culto, eu tenho liberdade de expressão", disse o deputado, que participa de uma reunião da bancada do PSC.

Feliciano informou que colocará em votação nesta quarta-feira, na comissão, o requerimento para que realize uma viagem para a Bolívia para discutir a situação dos 12 torcedores corintianos presos naquele país.

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