Família deACM

Um grupo de 150 familiares, amigos e admiradores do senador Antônio Carlos Magalhães reuniu-se no Cemitério do Campo Santo, em Salvador, na manhã desta segunda-feira, 20, (segunda-feira), em uma cerimônia para lembrar os dois anos da morte do político.

20 de julho de 2009 | 17h34

 

No evento, foi inaugurado o mausoléu da família, uma construção em granito e vidro que recebeu os corpos do senador e dos dois filhos já mortos, o deputado Luís Eduardo Magalhães (morto em 1998) e Ana Lúcia Magalhães (em 1986), que estavam enterrados em jazigos comuns. ACM morreu em 20 de julho de 2007, em São Paulo, aos 79 anos, por insuficiência cardíaca e falência múltipla de órgãos.

 

No evento, o monsenhor Gaspar Sadoc, de 93 anos, amigo de ACM desde a década de 1940, abençoou o local e, ao prestar sua homenagem, emocionou os presentes - entre eles dois antigos rivais do político, o senador João Durval (PDT) - que abandonou o chamado "bloco carlista" em 1986, após se desentender com Magalhães -, e o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro (PMDB), filho de Durval. Na saída, o prefeito, bastante emocionado, disse que ACM "foi um exemplo para todos".

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