Falta gente para cuidar do patrimônio histórico, alerta Iphan

A presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Maria Elisa Costa, cobrou nesta quarta-feira melhor aparelhamento do órgão e disse que o incêndio que destruiu, na última segunda-feira, um casarão do século 18 em Ouro Preto (MG), serviu como ?alerta? para a necessidade de fortalecer o processo de fiscalização e preservação dos bens tombados do País.Segundo a presidente do Iphan, o instituto foi ?muito maltratado? nos últimos anos. Entre as principais deficiências, aponta a falta de recursos humanos e materiais. Em Minas, por exemplo, há apenas seis arquitetos para cuidar do patrimônio das cidades históricas do Estado. Para enfrentar o problema, ela solicitou a abertura de concurso para a contratação de pessoal. As últimas contratações foram feitas em 1987. A Superintendência do Iphan em Minas tem ao todo 50 servidores, que atuam na sede localizada em Belo Horizonte e em outras quatro sub-regionais ? Ouro Preto, Diamantina, Cerro e Sabará ? além de museus e escritórios em São João Del Rey, Tiradentes e Caeté.

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