"Falhas, erros e desvios são coisas do dia-a-dia?, diz Furlan

O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, disse que não ouviu reação negativa dos investidores por conta do caso Waldomiro. Furlan insistiu que na iniciativa privada "falhas, erros e desvios também são coisas do dia-a-dia". "Nos meus 39 anos no setor privado eu tive de despedir diretor e gerente por fazerem coisas erradas", justificou Furlan. Ao lado de Furlan, o ministro Jaques Wagner, do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, insistiu que não se pode julgar o governo pela atitude de um funcionário, ao ser questionado se o escândalo que envolveu o ex-assessor da Casa Civil, Waldomiro Diniz, tinha sido debatido durante a reunião do Grupo de Acompanhamento de Conjuntura Econômica. Wagner disse que ao final da reunião informou aos conselheiros que o governo "está consciente que tomou as medidas necessá rias e que vai investigar até o fim", referiu-se mais detalhadamente à investigação em curso pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. O ministro lembrou ainda que o substituto interino de Diniz, Alon Feuerwerker, também terá a incumbência de rastrear a gestão anterior.

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