Divulgação
Divulgação

Executiva do PT decide 'espantar' agenda negativa e defende nova diretoria da Petrobrás

Cúpula do partido se reúne nesta quinta e Brasília e não vai tratar da lista de políticos envolvidos na Lava Jato

Vera Rosa, O Estado de S. Paulo

26 Fevereiro 2015 | 15h09

Brasília - A Executiva Nacional do PT decidiu espantar a "agenda negativa" imposta pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e não vai tratar, na resolução desta quinta-feira, 26, da anunciada lista de políticos suspeitos de corrupção na Petrobrás, a ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), nos próximos dias, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Reunida em Brasília, a Executiva do PT elogia, na resolução, a troca da diretoria de Petrobrás e diz que, a despeito do rebaixamento da nota de classificação de risco da estatal pela agência Moody's, a cúpula da companhia tem "todas as condições de superar as dificuldades" e de jogar um papel importante no desenvolvimento do País.

Um trecho do documento interno, a que o Broadcast Político teve acesso, afirma que a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ato de defesa da Petrobrás, na terça-feira, foi um "marco importante para barrar as tentativas de enfraquecimento da empresa", a pretexto de "erradicar a corrupção".

Ao abordar os problemas na aliança governista, principalmente com o PMDB do vice Michel Temer, o PT considera que todos os esforços estão sendo feitos pelo partido para "recompor" a base de apoio da presidente Dilma Rousseff no Congresso.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.