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Ex-presidente Lula toma a 2ª dose da vacina contra a covid-19

Petista gravou apelo para que população siga respeitando as recomendações médicas e falou que ‘essa luta é de todos’

Pedro Prata, O Estado de S.Paulo

03 de abril de 2021 | 11h27

O ex-presidente Lula tomou neste sábado, 3, a segunda dose da vacina Coronavac contra a covid-19. De óculos escuros e vestindo uma máscara vermelha com a estrela símbolo do PT, ele foi vacinado em um posto de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, e não precisou sair do carro. Depois gravou um vídeo ao lado do deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) no qual pediu que os brasileiros continuem a seguir as recomendações médicas de uso da máscara, distanciamento social e higienização das mãos. A imunização foi transmitida ao vivo nas redes sociais de Lula.

“A vacina é muito importante, mas tão importante quanto é a responsabilidade que cada homem e mulher tem de se cuidar. Ao se cuidar você estará cuidando da sua família, dos seus pais, dos seus filhos, dos seus netos, dos seus amigos. Então, nada de brincar e de duvidar desse vírus que a natureza impôs à humanidade”, falou Lula. Ele também se solidarizou com todos que perderam algum familiar para a covid-19 e com os profissionais da saúde.

O ex-presidente já havia tomado a primeira dose da vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o brasilerio Instituto Butantan, em 13 de março. Na ocasião, ele criticou a condução da pandemia pelo presidente Jair Bolsonaro e o agora ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello.

Dessa vez, Lula disse que “essa luta é de todos. Não é só do governo, não é só da oposição, não é só da classe médica: é de todo o povo brasileiro”. Ele pediu união dos líderes mundiais para agilizar a produção das vacinas e para que elas não fiquem concentradas apenas nos países ricos.

Nas duas ocasiões, Lula estava acompanhado de Alexandre Padilha, que é médico e foi ministro da Saúde no primeiro mandato de Dilma Rousseff. Padilha vestia um colete usado por funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“É preciso três coisas para resolver o problema da covid-19. Primeiro, é imprescindível que todos tomem a vacina. Em segundo, auxílio emergencial para que as pessoas possam ficar em casa. E terceiro, gerar emprego e investimento em obras públicas para retomar o crescimento econômico”, concluiu o ex-presidente.

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