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Ex-ministro Paulo Bernardo diz estar à disposição da Justiça

Em seu perfil no Facebook, ele afirmou não ter sido notificado sobre depoimento no âmbito da Lava Jato

EDUARDO RODRIGUES, O Estado de S. Paulo

06 de março de 2015 | 11h33

O ex-ministro das Comunicações Paulo Bernardo escreveu na manhã desta sexta-feira, 6, em seu perfil em uma rede social que está à disposição da Justiça para prestar depoimento no âmbito da Operação Lava Jato e afirmou que seu advogado procurou a Vara de Justiça de Curitiba para informar o endereço para onde uma eventual intimação pode ser enviada.

Notícias publicadas por diversos veículos de imprensa chegaram a dar o ex-ministro por "desaparecido" nesta semana, após o suposto não comparecimento dele em um depoimento marcado para esta semana.

Em sua página pessoal no Facebook, Paulo Bernardo escreveu hoje por volta das 10h45 que não foi notificado pela Justiça e alegou que seus endereços tanto em Brasília como em Curitiba são de fácil localização.

"Li nos jornais, ainda em dezembro de 2014, que fui arrolado como testemunha de defesa pelo advogado de Ricardo Pessoa, dono da UTC", disse. "Não tendo recebido qualquer comunicação da Justiça ou mesmo do advogado que solicitou meu depoimento, resolvi aguardar, acreditando que as formalidades normais num processo como esse seriam cumpridas, ou seja, que eu seria intimado a comparecer, com a informação de data e local", completou o ex-ministro.

Segundo Bernardo, ele e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) têm um apartamento em Curitiba para onde se mudaram no começo de 2014, mas permanecem mais tempo em Brasília em um apartamento funcional. O ex-ministro cita, inclusive, que os filhos do casal estudam na capital federal.

Diante da procura de jornalistas por informações sobre o depoimento marcado para esta semana, Bernardo afirmou ter contatado o advogado Juliano Breda na última terça-feira para pedir orientações. "Ele se prontificou a ligar para a Vara da Justiça informando meu endereço. Concordei e logo depois ele me retornou informando que tinha ligado e que os servidores responderam que anotariam no processo que houve uma ligação para informar o endereço e na sequência mandariam a intimação para o meu endereço", completou.

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