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Ex-diretor da Abin diz à CPI que não vai depor nesta quarta

Lacerda avisou a funcionários da comissão que dispensava as passagens de ida e volta ao Brasil para depor

Ana Paula Scinocca, de O Estado de S. Paulo,

14 de abril de 2009 | 15h57

O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e da Polícia Federal Paulo Lacerda informou na última segunda-feira, 13, à CPI dos Grampos que não irá depor amanhã. Hoje adido policial em Portugal, Lacerda avisou a funcionários da comissão que dispensava as passagens de ida e volta ao Brasil para depor porque não virá.

 

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Antes de avisar os técnicos, Lacerda já havia enviado carta ao presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), pedindo dispensa do depoimento, alegando que já prestou todas as informações em dois depoimentos, à mesma CPI, no ano passado. Caso a CPI não concordasse em dispensá-lo, escreveu Lacerda na carta, ele estaria à disposição para falar por meio de carta rogatória - onde daria explicações por escrito, sem a necessidade de vir ao Congresso.

 

Nesta tarde, a CPI ouve o depoimento do subsecretário de Modernização Tecnológica da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, Edval de Oliveira Novaes Júnior. Após o depoimento dele, os deputados que integram a comissão vão votar uma série de requerimentos, entre os quais o dos governistas Luiz Couto (PT-PB) e Domingos Dutra (PT-MA). Eles pedem a dispensa da tomada de depoimento de Lacerda.

 

Para quinta-feira, a CPI confirmou o depoimento do banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity.

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