Ex-assessor de Dirceu já havia sido acusado em 2003

As denúncias contra o subchefe de Assuntos Parlamentares da Presidência da República, Waldomiro Diniz, publicadas na edição que começou a circular hoje da revista Época, já haviam sido divulgadas pela revista IstoÉ de 2 de julho de 2003. Embora sem a informação de um vídeo, as denúncias são exatamente as mesmas.Segundo a reportagem intitulada "Rede da Fortuna", sobre o jogo clandestino, havia um esquema milionário dando sustentação política a essa máfia e haveria ainda o desvio de recursos de verbas publicitárias da Loterj envolvendo Waldomiro Diniz. Na época, o senador Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB na Casa, chegou a entrar com dois requerimentos solicitando informações ao ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, sobre o envolvimento do assessor.A reportagem destaca também que Waldomiro Diniz foi presidente da Loterj e acusado de gestão irregular, além de ter sido um dos defensores da renovação de um contrato entre a Caixa Econômica Federal e a empresa Gtech do Brasil, responsável pelo sistema o peracional de todas a lotéricas do País.A reportagem da IstoÉ diz ainda que o contrato entre a Caixa e Gtech, de R$ 130 milhões por ano, não foi renovado no final do governo Fernando Henrique Cardoso, mesmo com a empresa oferecendo uma redução de 28% nos valores. A matéria informa que no início do governo Lula, a empresa conseguiu a renovação com a Caixa. A reportagem da IstoÉ está no link http://www.terra.com.br/istoe/1761/brasil/1761_rede_da_fortuna_02.htm

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