EUA confirmam Hillary na posse de Dilma e intenção de aprofundar relações com Brasil

A expectativa é que cerca de 50 autoridades estrangeiras participem da posse da presidenta eleita – entre presidentes da República, primeiros-ministros, chanceleres e o príncipe Felipe da Espanha

Agência Brasil

30 Dezembro 2010 | 18h45

O governo dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou nesta quinta-feira, 30, que a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, virá para posse da presidenta eleita, Dilma Rousseff. Em um comunicado, o porta-voz da Casa Branca, Philip J. Crowley, informou que o objetivo é "avançar" e "aprofundar" as relações bilaterais e globais.

 

"O Brasil é um parceiro essencial no continente e no mundo e os Estados Unidos estão empenhados em aprofundar as nossas relações em uma ampla gama de assuntos bilaterais, regionais e globais com o governo e o povo do Brasil", diz o comunicado.

 

Em seguida, o texto acrescenta que os Estados Unidos aguardam a oportunidade de trabalhar com a presidenta eleita, Dilma Rousseff, e com seu governo para avançar nesses assuntos e em outras metas compartilhadas.

 

Pelo comunicado, Hillary deve chegar no sábado, 1º, ao País. As informações são confirmadas pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. A expectativa é que cerca de 50 autoridades estrangeiras participem da posse da presidenta eleita – entre presidentes da República, primeiros-ministros, chanceleres e o príncipe Felipe da Espanha.

 

No dia 1º de novembro, logo depois do resultado das eleições presidenciais, Obama telefonou a Dilma para parabenizá-la. Segundo a Casa Branca, o presidente norte-americano elogiou "o povo do Brasil por sua fé e compromisso com a democracia". De acordo com o governo dos Estados Unidos, Obama ressaltou a relação de trabalho com o Brasil e o "compromisso em aprofundar a cooperação e novas áreas de colaboração".

 

Na conversa com Dilma, Obama confirmou ainda que aguardava uma reunião com ela para "trabalhar" temas como o uso de energia limpa, o crescimento global, a assistência à reconstrução do Haiti, os esforços de desenvolvimento colaborativo e outras questões de importância global.

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