Estudantes de jornalismo fazem prova para o curso do "Estado"

O jornalista recém-formado pela Universidade de Taubaté (Unitau), Eduardo Guimarães, de 23 anos, estava esperançoso apesar da perna direita quebrada em um atropelamento de moto: ele esperava figurar na lista dos 60 aprovados na primeira fase da seleção do 14.º Curso Intensivo de Jornalismo Aplicado, promovido pelo Grupo Estado. 2.601 candidatos de 25 Estados participaram neste domingo da prova realizada na unidade da Universidade Paulista (Unip), na Aclimação, zona sul da capital paulista. O 14.º Curso Intensivo de Jornalismo Aplicado é promovido pelo Estado, com o patrocínio da Odebrecht, Pfizer, Philip Morris e Siemens. A relação dos 60 classificados na primeira fase será publicada no jornal no dia 17. As entrevistas para definir os 30 estudantes de jornalismo ou recém-formados que participarão do curso serão nos dias 19, 20 e 21. O resultado final sairá no dia 24. O curso - com aulas teóricas, entrevistas coletivas simuladas e prática na redação do Estado, entre outras atividades - começa em 1.º de setembro e vai até 5 de dezembro. De acordo com a coordenação, dos 2.601 inscritos 1.678 são de São Paulo. O Rio foi o segundo colocado em número de inscritos, com 185 candidatos, seguido por Minas, com 161, e Paraná, com 117. As mulheres representam 68% dos participantes e cerca de 84% dos candidatos têm entre 19 e 25 anos. "Estudei os acontecimentos no Iraque e as reformas no Brasil. Atualidades costumam ser o ponto forte da prova", disse, minutos antes do início do exame, Mariana Vilela, de 22 anos. Sua colega de faculdade Neide Maria Carvalho, de 29, apostava no curso como uma possibilidade de melhorar as chances na carreira. "O Estadão é um jornal de grande credibilidade e seria muito bom começar na área pelo curso." Estudante do último ano da Universidade Guarulhos (Ung), Júlio César da Silva, de 32, era um dos mais confiantes com a aprovação. "Estudei muito, li jornais e revistas e estou por dentro dos principais acontecimentos no País e no mundo nos últimos cinco anos", assegurou.

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