´Estado´, um novo capítulo da evolução

Da primeira edição do jornal A Província de São Paulo, em 4 de janeiro de 1875, à edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo, a marca deste veículo de comunicação, ao longo dos anos, tem sido a da evolução. É com esse espírito, diz o presidente do Conselho de Administração do Grupo Estado, Francisco Mesquita Neto, que o jornal chegará diferente às mãos dos leitores a partir do próximo domingo, "muito mais atrativo e com mais do mesmo conteúdo que tem garantido a sua credibilidade ao longo das décadas e é também uma das marcas da sua evolução em sintonia com as mudanças de hábito e comportamento da sociedade". Se essa credibilidade, diz Francisco Mesquita Neto, tem sido assegurada pela profundidade com que os assuntos políticos, econômicos e internacionais têm sido tratados, é essa a marca que será realçada no novo Estadão. "Só que com uma diagramação mais moderna, que permita ao leitor ter uma visão mais homogênea dos fatos apresentados, detendo sua leitura naqueles que despertem maior interesse, e com novos cadernos, que visam a atingir um público hoje integrado ao universo digital, preocupado com o lazer dentro de casa, com o conforto da moradia e as inovações da tecnologia." Canudos A essência da nova apresentação, ressalta Francisco Mesquita Neto, é a de ser um jornal abrangente para toda a família, capaz de atender às exigências de todo o público leitor e oferecer tanto a leitores maduros como iniciantes uma informação de qualidade com apresentação moderna. "Se alguém se der ao trabalho de olhar as páginas de O Estado de S. Paulo ao longo das décadas, vai notar que essa evolução começa desde a sua fundação." Da apresentação de folhetins, como Os Maias, de Eça de Queiróz, nas páginas de A Província de São Paulo, à grande reportagem da Guerra de Canudos, escrita por Euclides da Cunha, enviado de O Estado de S. Paulo ao sertão da Bahia, que começou a ser publicada em 17 de julho de 1897, o jornal tem evoluído continuamente, abrindo espaço em suas páginas para o registro da história. As grandes reportagens são outra marca de O Estado de S. Paulo e aposta contínua deste jornal para oferecer uma informação diferenciada, apresentando os fatos em profundidade e resgatando histórias que influenciam o País e o mundo. Um compromisso que se renova a cada dia e que ganhará espaço maior aos domingos. A história hoje, como têm demonstrado os grandes jornais do mundo, diz Francisco Mesquita Neto, também passa pelos novos meios de comunicação, que disputam com os jornais a atenção do público na busca contínua por informação, a exemplo da internet. Com a força da sua credibilidade é que os jornais, em todo o mundo, têm buscando a interação dos meios, se portando dentro do universo multimídia como um guia abalizado das inovações. Internet É com essa intenção, afirma o presidente do Conselho de Administração do Grupo Estado, que passam a circular com o Estadão novos cadernos, como o Link, que sairá às segundas-feiras e paralelamente pretende instituir uma comunidade na internet, na qual, com a liberdade de expressão, necessária ao exercício do jornalismo, leitores e não-leitores ou futuros leitores venham a conviver com informação e novas ferramentas dos meios de comunicação. "Hoje, tudo é digital, do relógio às máquinas fotográficas, e é nesse universo mais amplo do que o de uma comunidade micro da informática que o novo caderno chega para enriquecer, de forma atraente e em linguagem visual e de texto, os conhecimentos de nossos leitores, abrindo a eles esse universo rico, que se desdobra em novidades a cada dia." Além de Link, diz Francisco Mesquita Neto, o caderno Aliás, publicado aos domingos, mais que um resumo da semana, de forma a resgatar histórias e personagens que foram destaques, pretende antecipar o que será a próxima semana, de uma forma prazerosa a todos os leitores. Por sua vez, o caderno Casa &, aos domingos, mais que simples dicas de decoração, quer apresentar ao leitor uma relação dos serviços que ele tem à disposição para ampliar a sua qualidade de vida. Entretenimento Da mesma forma, captando a tendência de crescimento do lazer dentro de casa, especialmente em uma metrópole como São Paulo, o caderno TV&Lazer, também aos domingos, mais que a programação das emissoras e as críticas de produtos, vai trazer inovações em equipamentos e toda a gama de produtos voltados para o entretenimento doméstico, como jogos e vídeos. O caderno Viagens & Aventura, que nas terças-feiras vai substituir o atual, também visa a atender a uma demanda do público e uma oferta das riquezas do País a um turismo ecológico, responsável e ao mesmo tempo prazeroso, que vai além de roteiros tradicionais, com a indicação de hotéis e operadoras, apresentando também novas oportunidades de negócios nesse mercado. Já no caderno de Economia ganha corpo a área de Negócios, adicionando histórias de sucesso e ousadia nessa área, além de tendências do que pode ocorrer na economia real, diretamente vinculada ao leitor, ofertando ainda oportunidades de negócios e de carreira. Na sexta-feira, os leitores ganharão um guia em formato de fácil manuseio, que poderá ser levado a qualquer lugar, e que, mais que uma lista de cinemas e teatros, pretende oferecer de forma clara o que há de melhor na programação de lazer e o que há de ousado e novo. Objetivos São produtos novos, ressalta Francisco Mesquita Neto, que marcam a evolução de O Estado de S. Paulo em perfeita sintonia com a evolução de seus leitores. "Não estaremos suprimindo nada que estamos oferecendo, mas apenas acrescentando novos produtos e organizando essas informações de forma a tornar a leitura do que é indispensável, e daquilo que aprofundamos para os leitores, ainda mais prazerosa." O leitor, aposta Francisco Mesquita Neto, vai encontrar no próximo domingo não um novo jornal, mas o mesmo jornal, ainda melhor, muito mais completo e bonito, com uma diagramação - que é a forma com que os assuntos são apresentados - que visa principalmente a facilitar a leitura. Haverá também o acréscimo de colunistas e colaboradores que compartilham do objetivo maior deste veículo que começou a circular em 1875: a credibilidade e o compromisso continuado com a evolução. Essas, diz, são marcas impressas na história do jornal, que enfrentou cinco anos sob intervenção do Estado Novo na era Getúlio Vargas, os quais subtraiu da sua história de compromisso com a verdade e a liberdade de expressão. Nos anos 70, o jornal, no regime militar, também foi vítima da censura e ocupou o espaço de suas reportagens com receitas culinárias e a obra de Camões. "Boa leitura a partir do próximo domingo", diz Francisco Mesquita Neto, certo da aprovação, pelos leitores, desse projeto que acentua a evolução de O Estado de S. Paulo.

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