'Estado' leva pesquisa eleitoral ao iPhone

Aplicativo desenvolvido em parceria com a Gol Mobile traz os levantamentos feitos pelos 4 principais institutos e pode ser baixado gratuitamente

José Roberto de Toledo/ ESPECIAL PARA O ESTADO

02 Julho 2010 | 19h02

SÃO PAULO - Você está conversando sobre política com os amigos e começa uma discussão sobre quem tem mais votos entre as mulheres: José Serra (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT). Não há nenhum computador por perto, nem mesmo um jornal de papel para servir de juiz. O debate ameaça acabar em impasse, quando de repente...

 

Você saca seu iPhone, abre o "Eleições 2010" e, antes de matar a charada, ainda pergunta: "Qual instituto de pesquisa vocês preferem?"

 

Essa é apenas uma das situações em que o aplicativo desenvolvido pelo Estado, em parceria com a Gol Mobile, pode ser usado no dia a dia.

 

O "Eleições 2010" mostra os resultados das pesquisas de intenção de voto dos quatro principais institutos. No caso de presidente, estão lá todas as sondagens divulgadas desde janeiro. Na página de política do estadão.com.br, que pode ser acessada no politica.estadao.com.br, é possível consultar o tutorial e tirar as dúvidas de como usar o aplicativo do iPhone.

 

Na sua tela inicial, o aplicativo mostra um gráfico com a intenção de voto estimulada da pesquisa mais recente sobre a sucessão presidencial.

 

Logo abaixo, aparece a lista das demais pesquisas disponíveis. Na barra de navegação há ainda links para as pesquisas da eleição para governador, e para blogs que tratam do assunto no estadão.com.br.

 

 

Modo de usar

 

Um dos seus amigos, com cara de inveja, pergunta quanto você pagou pelo aplicativo. E você: "Nada, é grátis". Basta entrar na App Store da Apple, digitar "Eleições 2010" no campo de busca e mandar instalar.

 

Para tirar a dúvida sobre quem tem mais eleitoras, basta você selecionar a pesquisa que lhe interessa (elas estão identificadas pelo nome do instituto e pela data do último dia das entrevistas). A primeira tela mostra os dois cenários da estimulada (com e sem os candidatos ditos nanicos), e, numa segunda aba, a intenção de voto espontânea.

 

Logo acima, há botões para você poder selecionar a taxa de rejeição dos candidatos e a simulação de segundo turno. Mas, para dirimir a dúvida com seus amigos, o caminho é selecionar o botão "mergulhe", onde você poderá ver os cruzamentos da intenção de voto, tanto estimulada quanto espontânea, por sexo, idade, escolaridade, renda e região onde moram os eleitores.

 

Depois de selecionar a opção "Sexo", você escolhe "Feminino". E descobre que, segundo a pesquisa Ibope concluída em 21 de junho, Serra e Dilma estavam empatados em 37% entre as mulheres.

 

"Ah, mas no Datafolha deu diferente", reclama um dos seus amigos. Você seleciona a mais recente pesquisa e constata que, de fato, na sondagem concluída em 1º de julho, Serra ganhava por surpreendentes 45% a 30% entre as eleitoras ouvidas pelo instituto Datafolha.

 

Você pode botar lenha na fogueira conferindo a metodologia empregada em cada pesquisa e o gráfico de evolução. A discussão vai esquentar.

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