Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

‘Estadão’ promove debate sobre fake news e as eleições de 2022; veja como foi

Representantes do Twitter, do Instituto de Liberdade Digital e da consultoria Bites falam da deslegitimação e da mentira na perspectiva das campanhas do ano que vem

Redação, O Estado de S.Paulo

23 de agosto de 2021 | 17h59
Atualizado 24 de agosto de 2021 | 15h17

O Estadão promoveu nesta terça-feira, 24, o debate “O que esperar das eleições de 2022”, com mediação da repórter Adriana Ferraz, da editoria de Política, e a participação de Fernando Gallo, head de Políticas Públicas do Twitter Brasil, de Diogo Rais, do Instituto de Liberdade Digital, e de Manoel Fernandes, diretor executivo da empresa de consultoria Bites. 

Os movimentos que disseminam desinformação já estão organizados e promovendo um processo de tentativa de deslegitimação do processo eleitoral, ao denunciar fraudes inexistentes que envolvem urnas eletrônicas. Isso tem elevado as pressões para que as redes sociais reforcem seus sistemas de moderação de conteúdo.

Veja como foi o debate

Legislação

O debate retorna na sexta-feira, 27, também às 14h, com o tema “Legislação: qual é o cenário para 2022”. Estão confirmadas as participações de Diego de Lima Gualda, diretor jurídico do Twitter para América Latina e Canadá, Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), e Aline Osorio, secretária-geral do Tribunal Superior Eleitoral e coordenadora do programa do tribunal que combate a desinformação eleitoral. A mediação será feita por Daniel Bramatti, editor do Estadão Verifica.

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