ANDRE DUSEK/ESTADÃO
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Gabinete de Segurança descarta explosivos em mochilas deixadas no Palácio do Planalto

Apesar da suspeita de bomba, a presidente Dilma Rousseff decidiu manter a agenda de compromissos prevista para a parte da tarde, com audiências com o presidente mundial da Royal Dutch Shell, Ben van Beurden, e o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro

RAFAEL MORAES MOURA E RACHEL GAMARSKI, O Estado de S. Paulo

24 de junho de 2015 | 15h48

Atualizado às 20h33

Brasília - Responsável pela segurança pessoal da presidente Dilma Rousseff e do Palácio do Planalto, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) comunicou em nota nesta quarta-feira, 24, que não foram "encontrados objetos que pudessem causar riscos de natureza pessoal ou material" nas três mochilas que foram largadas perto do Planalto.

No início da tarde desta quarta-feira, o GSI identificou três volumes à frente das grades de proteção do Palácio do Planalto. 

O Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Distrito Federal (Bope) foi imediatamente acionado para "executar os protocolos de segurança com o objetivo de avaliar a suposta ameaça e liberar a via pública, garantindo, dessa forma, a integridade de pessoas e veículos que passam pelo local", destacou o GSI.

De acordo com o Gabinete de Segurança Institucional, a Polícia Militar do DF informou que não foram encontrados "objetos que pudessem causar riscos de natureza pessoal ou material".

Às 20h15 desta quarta-feira, o trânsito próximo à Praça dos Três Poderes seguia interditado para que os agentes do Bope pudessem fazer a averiguação completa do material deixado nas mochilas. 

Apesar da suspeita de bomba, a presidente Dilma Rousseff decidiu manter a agenda de compromissos prevista para a parte da tarde no Planalto, com audiências com o presidente mundial da Royal Dutch Shell, Ben van Beurden, e o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.

O GSI não se pronunciou sobre a decisão de Dilma seguir despachando no Planalto, mesmo com um ameaça de bomba a poucos metros do palácio.

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