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Especialista da OMS visita China para entender queda da Sars

O especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS), David Heymann, desembarcou nesta quarta-feira em Pequim, na China, com a missão de verificar os dados divulgados pelo país sobre a Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars). ?Não temos nenhuma razão para duvidar das informações, mas há algumas perguntas que gostaríamos que fossem respondidas para deixar tudo claro?. disse o dr. Heymann, chefe do departamento de doenças transmissíveis da OMS.Na semana passada, o porta-voz da OMS, Iain Simpson, afirmou que a China tinha um problema de credibilidade. No início da doença, em novembro de 2002, o país relutou em assumir a existência da epidemia.Pequim, local mais afetado do país - 2.500 infectados e 200 mortes - não registrou nenhum novo caso da doença nos últimos sete dias. A OMS estuda retirar a advertência para evitar algumas áreas na China, entre elas Pequim. O país mais afetado pela doença soma 343 mortes e cerca de 5 mil infectados. A OMS negou hoje o pedido de Taiwan em levantar a advertência de local infectado pela pneumonia asiática. Segundo o comunicado da OMS, Taiwan ainda pode exportar a doença. Terceiro lugar mais afetado no mundo, Taiwan não registra uma morte há 14 dias. Até agora, 81 pessoas morreram e 687 foram infectadas. O governo taiuanês disse que a recusa foi injusta e promete um protesto contra a OMS.Em Hong Kong, uma pessoa morreu e um caso foi registrado hoje. Em segundo lugar no ranking da doença, Hong Kong tem 1.755 casos e 291 vítimas da doença.

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